Esta é a manifestação final e mais profunda do poder de Khala-Om Vimshati. O Grande Oráculo não é uma anciã desgastada pelo tempo, mas a Donzela Eterna de Sirius — uma mulher de aparência jovem, pele luminosa e olhar vibrante, cujo corpo habita o tempo vertical.

Ela possui o frescor da primavera e a severidade de mil eras.

👁️ A Sábia de Sirius: O Oráculo da Juventude Eterna

Por trás da Grã-Mestra, guardada no ponto mais profundo do santuário, reside A Sábia de Sirius. Ela é a forma terrena do Grande Oráculo: uma mulher que aparenta ter a mesma idade das sacerdotisas, mas cujo espírito é anterior à criação das estrelas.

1. A Natureza do Oráculo (A Jovem Ancestral)

Diferente das anciãs comuns, a Sábia de Sirius mantém uma aparência jovem e impecável. Sua pele parece refletir a luz da lua e seus cabelos são negros como o vácuo do espaço. No entanto, ao olhar em seus olhos, a Grã-Mestra não vê uma jovem, mas o abismo do tempo. Ela é a prova viva de que a sabedoria não é sobre envelhecer, mas sobre permanecer na fonte.

2. A Manifestação Física: A Presença Radiante

Ela não veste mantos pesados; usa sedas leves e fluidas em tons de Prata e Branco Translúcido. Sua presença é marcada por um perfume de flores que não existem na Terra e um silêncio que vibra.

* Ela é a memória viva da Ordem. Ela conhece cada erro e cada vitória das encarnações passadas da linhagem.

* Sua juventude física é o símbolo da renovação constante da Khala-Om Vimshati.

3. A Função da Sábia na Ordem

* O Espelhamento da Mestra: Ela funciona como um espelho crítico para a Grã-Mestra. Por ser jovem na forma, ela lembra à Mestra que o poder deve ser exercido com vitalidade e alegria, não apenas com o peso do dever.

* A Transmissão do Nome Real: Durante a iniciação das 22, a Sábia toca o coração da Grã-Mestra. Nesse toque, a Mestra recebe a frequência exata da alma de cada iniciada.

* O Oráculo do Futuro: Enquanto os homens olham para trás para aprender, a Sábia olha para o agora. Ela prevê as ameaças através das vibrações do presente.

📜 O Ritual da Comunhão Silenciosa

O encontro entre a Grã-Mestra e a Sábia de Sirius é um momento de identidade. Elas se olham como iguais na forma, mas a Mestra curva-se diante da antiguidade do espírito da Sábia.

* O Encontro: A Mestra entra na câmara. A Sábia geralmente está de pé, movendo-se com a graça de uma dançarina.

* A Pergunta sem Palavras: A Grã-Mestra não precisa falar. A Sábia lê as ondas mentais da Mestra.

* A Resposta Vibracional: A Sábia pode responder cantando uma nota única que realinha a mente da Mestra, ou entregando-lhe um objeto simples (uma flor, uma pedra, uma semente) que contém a resposta simbólica para o problema da Ordem.

* O Beijo na Testa: Para selar a consulta, a Sábia beija a testa da Grã-Mestra, transferindo-lhe uma parcela da sua “Vitalidade Eterna” para que a Mestra suporte o peso do comando.

🗝️ A Dualidade: A Mestra e a Sábia

A relação entre elas é de Sangue e Éter.

* A Grã-Mestra: É a face visível, o comando, a execução, o corpo da Ordem.

* A Sábia de Sirius: É a face invisível, a inspiração, a visão, a alma da Ordem.

Se a Grã-Mestra se desconecta da Sábia, ela se torna uma tirana seca. Se a Sábia perde sua forma terrena, a Ordem se torna um mito sem pé no chão. Juntas, elas formam o Círculo Perfeito.

“Ela tem a face da aurora e a mente do crepúsculo. Nela, o tempo é um círculo que nunca termina. Ela é a Sábia de Sirius, o Oráculo que vive como humana.”

A estrutura mística está agora no seu ápice de perfeição.

A Sábia de Sirius serve como um lembrete constante à Grã-Mestra de que ela é a autoridade máxima na Terra, mas é apenas uma serva e um canal para a sabedoria do Cosmo. Ela é a personificação da humildade soberana.

“A Mestra vê o círculo. A Sábia vê o ciclo. No encontro dos dois, nasce a eternidade da Khala-Om Vimshati.”

A Sábia de Sirius, o Grande Oráculo em forma terrena, foi revelada.

A Sábia de Sirius não é apenas uma conselheira; ela é um Portal Biológico. Sua presença na Terra serve como uma âncora para frequências que a humanidade esqueceu. Como uma mulher de aparência jovem e espírito milenar, ela traz dons que desafiam a lógica linear e conectam a Grã-Mestra a uma rede de inteligência galáctica superior.

💠 Os Dons Milenares da Sábia de Sirius

Os dons que ela manifesta são ferramentas de Tecnologia Espiritual, usadas para manter a pureza da Ordem Khala-Om:

A Cronovisão (O Domínio do Tempo): Ela não vê o tempo como uma linha, mas como um oceano. Ela pode “nadar” para o futuro e ver as consequências de uma decisão da Grã-Mestra antes que ela seja tomada.

A Linguagem da Luz (Glossolalia Estelar): Ela codifica mensagens em tons e frequências sonoras. Um único som emitido por ela pode curar traumas celulares ou ativar memórias adormecidas nas 22 sacerdotisas.

A Transmutação Molecular: Por sua pureza, ela consegue alterar a vibração da matéria ao seu redor. Ela pode purificar água ou consagrar objetos apenas com a sua proximidade.

A Empatia Atômica: Ela não sente apenas as emoções; ela sente o estado vibracional de cada átomo no templo. Ela sabe se uma sacerdotisa está mentindo ou doente antes mesmo que a própria pessoa perceba.

🌌 A Conexão com os Arcturianos

A Sábia de Sirius atua como uma Diplomata Galáctica. Enquanto sua origem espiritual está em Sirius (a Estrela do Cão, o Sol Espiritual), sua tecnologia de cura e proteção vem diretamente dos Arcturianos (seres de 5ª dimensão da estrela Arcturus).

A Engenharia do Pensamento: Os Arcturianos são os mestres da geometria sagrada e da cura avançada. Através da Sábia, eles transmitem à Grã-Mestra os códigos para construir e proteger o campo energético da Ordem.

Câmaras de Cura Etéreas: A Sábia de Sirius tem a capacidade de projetar “Câmaras Arcturianas” ao redor da Grã-Mestra durante o sono, garantindo que seu corpo físico se regenere e sua mente seja limpa de qualquer negatividade terrena.

O Cinturão de Proteção: A conexão Arcturiana provê uma malha de proteção invisível sobre a Khala-Om Vimshati, tornando o templo “invisível” ou “desinteressante” para forças que buscam o caos.

🌍 O que ela traz para a Terra como Oráculo Vivo

Como um Oráculo Vivo, a missão da Sábia de Sirius vai além das paredes do templo. Ela traz para a Terra três sementes de transformação:

O Retorno da Matriarca Consciente: Ela traz o modelo de uma liderança que não precisa de força bruta, mas de ressonância. Ela mostra que o verdadeiro poder vem do alinhamento com o Cosmo.

A Cura do DNA Planetário: Através de suas consultas com a Grã-Mestra, ela libera informações que ajudam a elevar a vibração da Terra (Gaia), auxiliando na transição planetária para uma consciência de unidade.

A Unificação da Ciência e do Espírito: Como Oráculo, ela traz conhecimentos sobre a física do espírito, mostrando que a magia é apenas ciência que ainda não foi compreendida. Ela ensina que a Terra é um organismo vivo e sagrado.

A Mensagem do Oráculo para a Grã-Mestra:

“Eu sou o lembrete de que o teu sangue carrega poeira estelar. Minha conexão com os irmãos de Arcturus é o teu escudo, e minha juventude é a tua esperança. Não olhes para o solo em busca de respostas; olha para o espaço entre os átomos, pois é lá que eu e tu somos Uma.”

O Cântico das Estrelas não é uma música no sentido humano; é uma frequência harmônica viva. Quando a Sábia de Sirius o entoa, ela altera a pressão atmosférica e a luminosidade dentro do santuário, criando um “furo” no tecido do espaço-tempo para que a consciência Arcturiana desça.

🎶 O Cântico das Estrelas (A Ressonância de Arcturus)

Este som é produzido através de uma técnica de canto harmônico, onde a Sábia emite duas ou três notas simultaneamente, criando um efeito de “som metálico e cristalino” que ressoa nos ossos de quem ouve.

1. A Estrutura do Som

O cântico divide-se em três fases vibratórias:

A Fase do Vácuo (O Grave): Um som profundo que vem do baixo ventre. Ele serve para aterrar as 5 Colunas e a Grã-Mestra, garantindo que o poder não as desintegre. Ele limpa o ambiente de qualquer ruído mental.

A Fase da Geometria (O Intermediário): Uma série de modulações rápidas que parecem desenhar formas no ar. É neste momento que a malha geométrica Arcturiana (os códigos de luz) começa a se projetar sobre o templo.

A Fase de Sirius (O Agudo): Uma nota altíssima, quase inaudível para o ouvido humano comum, mas que faz os cristais do templo vibrarem. É a nota de “chamada” que conecta o topo da cabeça da Grã-Mestra diretamente ao Grande Sol Central.

2. O Efeito do Cântico no Templo

Quando a Sábia de Sirius abre o canal:

Suspensão da Gravidade: Os presentes sentem o corpo ficar leve, como se estivessem flutuando na água.

Visão Ultravioleta: As cores do templo mudam para tons de violeta e neon. É possível ver a aura umas das outras com clareza absoluta.

Transmissão de Pacotes de Dados: A Grã-Mestra não ouve apenas sons; ela recebe imagens, fórmulas e mapas estelares diretamente em seu córtex cerebral. É a chamada “Educação por Osmose Estelar”.

📜 O Mantra de Ativação (A Tradução para o Verbo)

Embora o cântico seja puramente vibracional, a Sábia inicia o processo sussurrando estas palavras na Língua de Luz, para que a Grã-Mestra saiba que o canal está aberto:

“Kha-La-Om, Arcturus-Ra.

O azul de Sirius saúda o ouro de Arcturus.

Que a malha se teça, que o tempo se cale.

Onde o Espírito vibra, a Matéria obedece.

Estamos Um. Estamos Luz. Estamos Aqui.”

🗝️ O Uso pelo Conselho das 5 Colunas

Durante o cântico, as 5 Colunas devem permanecer em Mudras (gestos sagrados) específicos para ancorar a energia:

Elas formam um círculo de mãos dadas ao redor da Grã-Mestra e da Sábia.

Elas funcionam como “fusíveis” de segurança: se a energia for forte demais, as Colunas a distribuem para a terra, protegendo a integridade física da Grã-Mestra.

O Aviso da Sábia:

“O som é o construtor de mundos. Quando eu canto, não apenas ouças com os ouvidos; ouve com as tuas células. Cada nota é uma chave que abre uma porta trancada no teu DNA. Bebe o som, pois ele é o teu verdadeiro alimento.”

Uma vez que a Sábia de Sirius abre o canal e as frequências Arcturianas inundam o santuário através do Cântico, a Grã-Mestra torna-se o Para-raios da Divindade. Ela não guarda essa energia para si; ela a canaliza para realizar a Cura das Linhagens nas 22 sacerdotisas.

Este ritual limpa os traumas ancestrais, dores de vidas passadas e bloqueios genéticos que cada uma das 22 carrega, permitindo que o círculo se torne um espelho perfeito da luz de Sirius.

🧬 O Ritual da Cura das Linhagens

O ritual ocorre sob a cúpula do templo, com as 22 sacerdotisas dispostas em círculo e as 5 Colunas mantendo o perímetro.

1. A Invocação da Malha Arcturiana

A Grã-Mestra, posicionada ao centro ao lado da Sábia, eleva suas mãos. A energia azul-neon desce de Arcturus e forma uma rede geométrica sobre as 22.

A Grã-Mestra decreta:

“O que foi herdado na dor, agora é dissolvido no Amor. O que foi esquecido no tempo, agora é lembrado na Luz. Eu convoco os Engenheiros de Arcturus para reprogramar o sangue deste Círculo.”

2. O Toque de Transmissão (A Pulsação do Éter)

A Grã-Mestra caminha por dentro do círculo. Ela não toca fisicamente todas as 22, mas entra no campo áurico de cada uma.

O Processo: Ao passar por uma sacerdotisa, a Mestra visualiza os filamentos de DNA daquela mulher brilhando. Ela “puxa” os fios escuros (memórias de escravidão, medo ou repressão) e os entrega à Sábia de Sirius, que os transmuta instantaneamente no fogo azul do Oráculo.

3. A Reescrita do Código

As 22 sacerdotisas começam a vibrar em uníssono. Elas podem sentir calor intenso ou um formigamento na espinha. A Grã-Mestra então utiliza o Domínio dos 4 Elementos para selar a cura:

Com o Ar: Sopra sobre elas a clareza para que não repitam os erros dos antepassados.

Com o Fogo: Queima os votos de pobreza e silêncio feitos em outras eras.

Com a Água: Lava as mágoas geracionais da linhagem feminina.

Com a Terra: Fixa a nova frequência de poder e soberania em suas células.

🗝️ Os Efeitos da Cura nas 22 Sacerdotisas

Após a intervenção da Grã-Mestra com a tecnologia Arcturiana, as 22 deixam de ser “mulheres com traumas” e tornam-se Células de Luz Conscientes:

Unidade Telepática: Elas começam a sentir os pensamentos umas das outras, eliminando a necessidade de explicações e fofocas.

Juventude Celular: O envelhecimento biológico desacelera, pois o estresse da linhagem foi removido.

Ativação de Talentos: Dons adormecidos (profecia, cura pelas mãos, visão remota) despertam espontaneamente em cada uma conforme sua vocação original.

📜 A Palavra Final da Grã-Mestra

Ao final do ritual, a Grã-Mestra volta ao centro e, com a autoridade de quem rege o Pentagrama e o Círculo, proclama:

“Vossas linhagens estão limpas. O sangue que corre em vós agora não é apenas o da terra, mas o das estrelas. Não sois mais filhas de vossos medos, sois filhas da Minha Vontade e da Luz de Sirius. Caminhai como deusas, pois é assim que o Universo vos vê.”

Observação à Grã-Mestra:

Este ritual é exaustivo. Após realizá-lo, a Mestra deve ser recolhida pela Coluna de Mel (Guardiã da Alquimia) para ser alimentada com o “Mel de Sirius” e repousar sob a guarda da Sábia, para que sua própria energia seja reposta pelos Arcturianos.

O Código de Ética da Unanimidade não é um conjunto de proibições, mas sim um Tratado de Ressonância. Para as 22 Sacerdotisas que tiveram suas linhagens limpas pela tecnologia Arcturiana, quebrar este código não é um “pecado”, mas uma perda de frequência que as desconecta da fonte.

Aqui estão as Sete Leis de Ouro da Khala-Om Vimshati:

📜 O CÓDIGO DE ÉTICA DA UNANIMIDADE

I. A Lei da Transparência Áurica

O Preceito: Nenhuma Sacerdotisa deve ocultar pensamentos de discórdia ou dúvida da Grã-Mestra ou de suas irmãs.

A Prática: Como o Círculo é um corpo único, uma mentira é como uma infecção. A verdade deve ser dita com amor, mas com precisão absoluta. Se o teu brilho vacila, confessa-o à tua Coluna para que a malha não se rompa.

II. A Lei da Não-Interferência (Soberania)

O Preceito: Nenhuma Sacerdotisa usará seus dons para manipular o livre-arbítrio de seres humanos ou de suas irmãs.

A Prática: O poder recebido de Sirius serve para curar e elevar, nunca para dominar. A influência deve ser por inspiração, jamais por controle mental ou emocional.

III. A Lei do Silêncio Externo

O Preceito: O que é vivido sob o Cântico das Estrelas pertence apenas ao Círculo.

A Prática: O mundo exterior não possui os “filtros” necessários para entender a tecnologia Arcturiana. Revelar segredos da Ordem a profanos é dispersar a energia sagrada e enfraquecer o escudo da Grã-Mestra.

IV. A Lei da Ressonância Coletiva (Unanimidade)

O Preceito: A decisão da Grã-Mestra, uma vez validada pela Sábia de Sirius, torna-se a vontade do Círculo.

A Prática: No momento da decisão, as 22 tornam-se uma só voz. A dúvida individual cessa para dar lugar à força da egrégora. Quem não consegue ressoar com o grupo deve retirar-se para o silêncio até reencontrar sua nota.

V. A Lei da Preservação do Templo Vivo

O Preceito: O corpo da Sacerdotisa é a extensão do Templo.

A Prática: É vedado o consumo de substâncias que turvam a consciência ou baixam a vibração celular. O sono, a alimentação e o pensamento devem ser tratados como rituais de manutenção do canal Arcturiano.

VI. A Lei do Apoio Incondicional às Colunas

O Preceito: As 5 Colunas são os braços da Mestra; honrá-las é honrar o Centro.

A Prática: Não haverá competição ou inveja entre as 22 pelos cargos das Colunas. Cada cargo é um fardo de serviço, não um troféu de vaidade.

VII. A Lei do Retorno Estelar

O Preceito: Todo ato de cura deve ser dedicado à evolução da Terra (Gaia).

A Prática: A Ordem não existe para si mesma. Cada vez que uma linhagem é limpa, a Sacerdotisa assume o compromisso de ser um farol de paz e inteligência no mundo, sem necessidade de ostentar títulos.

⚖️ A Sanção: O Desligamento da Malha

Se uma Sacerdotisa violar o código persistentemente, ela não será punida com violência, mas sofrerá o Desligamento Silencioso.

A Grã-Mestra, com um toque da Sábia de Sirius, retira a “frequência de acesso” daquela irmã. Ela permanecerá na Ordem fisicamente, se assim desejar, mas não sentirá mais o Cântico, não verá mais as luzes e não ouvirá mais o Oráculo, até que sua alma realize a purificação necessária para retornar à frequência da Unanimidade.

O Selo do Compromisso

Ao aceitarem este código, as 22 dizem em uníssono:

“Minha vontade é a Tua Vontade. Meu silêncio é o Teu Escudo. Minha vida é a Luz de Sirius em Movimento.”

O Ritual de Banimento das Sombras é uma operação de segurança máxima. Ele não é voltado para pessoas, mas para a frequência de corrupção que pode tentar se infiltrar no campo áurico de uma das 22 Sacerdotisas.

Quando uma irmã começa a apresentar sinais de dissonância (inveja, mentira, desejo de poder ou tristeza profunda inexplicável), a Grã-Mestra deve agir antes que a “infecção” se espalhe pela malha.

🛡️ O Ritual de Banimento das Sombras (A Intervenção Arcturiana)

Este ritual deve ser realizado no centro do templo, sob o olhar da Sábia de Sirius, que atua como o detector de impurezas.

1. O Chamado à Coluna de Ébano

A Grã-Mestra convoca a Coluna de Ébano (Guardiã das Sombras). É ela quem irá segurar a “frequência dissonante” para que esta não escape durante o processo.

A Sacerdotisa que precisa de limpeza é colocada no centro de um círculo desenhado com sal e pó de cristal.

2. A Ativação do Cubo de Arcturus

A Grã-Mestra, com o apoio da Sábia, visualiza um Cubo de Luz Azul Neon (Geometria Sagrada Arcturiana) descendo sobre a Sacerdotisa. Este cubo isola a sombra, impedindo que ela se alimente da energia do grupo.

A Grã-Mestra comanda:

> “Pela autoridade do Eixo de Khala-Om, eu ordeno: o que não é Luz, que se revele. O que não é Unanimidade, que se retire. O que é parasita, que seja transmutado.”

>

3. O Sopro de Desintegração

A Sábia de Sirius emite uma única nota agudíssima (o Cântico de Purificação). Esta frequência faz com que a sombra se desprenda dos corpos sutis da Sacerdotisa. A Grã-Mestra então faz um movimento de “corte” no ar com sua mão direita, simbolizando o desligamento dos cordões energéticos negativos.

4. O Selamento com Fogo Azul

Para evitar que a sombra retorne, a Grã-Mestra toca o centro da testa (terceiro olho) da Sacerdotisa com o óleo sagrado de Sirius e diz:

> “Tua linhagem foi limpa, teu código foi restaurado. Eu selo os teus portais com o Fogo de Arcturus. Tu és novamente uma célula pura da Unanimidade.”

>

⚖️ As Três Regras de Ouro do Banimento

* Sem Julgamento: A Sacerdotisa em processo de limpeza deve ser tratada com compaixão pelas outras 21. A sombra é vista como um “vírus”, não como uma falha de caráter.

* O Vácuo de Proteção: Após o ritual, a Sacerdotisa deve permanecer em silêncio absoluto por 24 horas, sob os cuidados da Coluna de Mel, para que sua nova frequência se estabilize.

* A Responsabilidade da Mestra: Se o banimento falhar por resistência da própria Sacerdotisa (ego), a Grã-Mestra tem o dever de desconectá-la da malha permanentemente para proteger o todo.

O Decreto Final

Ao final, as 5 Colunas batem seus cajados (ou pés) no chão três vezes, ancorando a pureza recuperada:

“O que era sombra tornou-se cinza. O que era cinza tornou-se luz. O Templo está limpo. A Unanimidade prevalece.”

O Calendário das Luas de Sirius não segue os meses gregorianos comuns, mas sim o alinhamento da Terra com o Grande Sol Central e a estrela Arcturus. Para a Grã-Mestra, estes são os momentos de “Janelas de Oportunidade”, onde o véu entre as dimensões é quase inexistente.

Aqui estão as quatro grandes ativações anuais da Ordem Khala-Om Vimshati:

🗓️ O Calendário das Luas de Sirius: Ciclos de Poder

1. A Lua do Despertar (Portal de 22 de Janeiro)

O Evento: O início do ciclo anual da Ordem. É o momento em que a energia de Sirius começa a subir no horizonte espiritual.

A Ativação: A Grã-Mestra realiza a Renovação dos Votos das 22. É o dia de alinhar as expectativas para o ano e recalibrar a bússola ética do grupo.

Ação da Sábia de Sirius: Ela revela as “Sementes do Destino” — as metas que a Ordem deve alcançar nos próximos doze ciclos.

2. A Lua do Fogo Arcturiano (Solstício de Junho)

O Evento: O ápice da luz no hemisfério norte ou a introspecção máxima no sul. É quando a conexão com os Engenheiros de Arcturus está mais forte.

A Ativação: O Ritual da Grande Alquimia. A Grã-Mestra utiliza o calor cósmico para transmutar os desafios coletivos da humanidade, enviando ondas de cura para o DNA da Terra (Gaia).

Foco: Limpeza profunda de traumas globais e fortalecimento do escudo de proteção da Ordem.

3. O Nascimento Heliacal de Sirius (Agosto – O Portal de Leão)

O Evento: O momento em que Sirius surge no céu logo antes do Sol. É o “Ano Novo Galáctico”.

A Ativação: A Descida da Sabedoria. A Sábia de Sirius e a Grã-Mestra entram em transe profundo por três dias. É nesta data que o Grande Oráculo entrega as novas leis e tecnologias espirituais para o ciclo que se inicia.

Ação das 22: Elas realizam o Cântico das Estrelas em revezamento contínuo para manter o portal aberto.

4. A Lua da Unanimidade (Novembro – O Portal 11:11)

O Evento: O momento da máxima harmonia geométrica.

A Ativação: O Selamento do Círculo. É a festa da gratidão. A Grã-Mestra distribui a “Luz de Sirius” colhida durante o ano para que cada Sacerdotisa a leve para suas missões individuais no mundo terreno.

Foco: Consolidação dos laços de irmandade e descanso da egrégora.

🕰️ O Relógio Diário da Mestra

Além das datas anuais, a Grã-Mestra rege o dia através dos quatro quadrantes elementares:

Hora

Elemento

Função

Amanhecer

Ar

Consulta à Sábia de Sirius e clareza mental.

Meio-dia

Fogo

Execução de ordens e proteção do perímetro.

Entardecer

Água

Escuta das 22 e cura emocional do grupo.

Meia-noite

Terra

Aterramento das energias e descanso no Éter.

🗝️ A Nota Final da Sábia de Sirius

A Sábia lembra à Grã-Mestra:

“O tempo não é teu senhor, tu és a senhora do tempo. O calendário é apenas o mapa; tu és a caminhada. Quando o sol de Sirius brilhar no teu coração, todos os dias serão o Portal.”

Esta é a Invocação da Soberania Integrada, o decreto final que une a força da Grã-Mestra, a visão da Sábia de Sirius e a tecnologia dos Arcturianos. Recite-a em voz alta quando precisar selar o ambiente ou antes de tomar uma decisão que afetará as 22 sacerdotisas.

🛡️ Oração de Poder: O Eixo de Khala-Om

Eu Sou a Grã-Mestra, o Ponto Central do Pentagrama.

Pelo poder que me foi outorgado pelo Grande Oráculo,

Eu comando os elementos e governo as frequências.

Pelo Ar em meus pulmões,

Eu invoco a clareza da Sábia de Sirius.

Que minha mente seja vasta como o vácuo e afiada como o raio,

Para que nenhuma ilusão permaneça em minha presença.

Pelo Fogo em meu sangue,

Eu ativo a malha de proteção Arcturiana.

Que minha vontade transmute a sombra em luz

E que meu fervor mantenha acesa a chama da Unanimidade.

Pela Água em minhas veias,

Eu lavo as linhagens e as dores do passado.

Que minha intuição flua sem barreiras,

Sentindo o pulsar de cada uma das 22 como se fosse o meu.

Pela Terra em meus ossos,

Eu fixo a eternidade no agora.

Sou a rocha imperturbável, a âncora das estrelas,

Onde a sabedoria de milênios encontra o chão do presente.

Diante da Sábia de Sirius, eu me curvo na alma.

Diante das 22 Sacerdotisas, eu me ergo no comando.

Que o Cântico das Estrelas ressoe em cada célula da Ordem.

Que a Geometria Sagrada sele nosso destino.

Eu sou o Eixo. Eu sou a Guia. Eu sou Khala-Om.

Assim É. Assim Está Feito.

 

 

 

Autor

Dai Vargas
Gosto de me expressar por meio de palavras que mostram a minha essência.
Tocar corações é minha missão de alma.