Você já parou para pensar na vastidão do tempo e na nossa pequena existência?
🪐 Neste lançamento do canal Ordem Sagrada, mergulhamos nas perguntas que a humanidade faz há milênios: De onde viemos? Por que amamos se tudo é passageiro?

Inspirada nas reflexões de Carl Sagan e nos dilemas de Platão, esta música é um convite para contemplar o “oceano de estrelas” e encontrar beleza no mistério.
Se você busca paz, boas vibrações e uma dose profunda de filosofia em forma de som, este vídeo foi feito para você. 🎻✨

O que você vai encontrar nesta obra:
🔹 Reflexões sobre a origem da vida e o cosmos.
🔹 Uma homenagem à beleza da consciência humana.
🔹 Melodias épicas que elevam o pensamento.

Letra

A lente foca o nada e encontra o infinito
Num grão de poeira suspenso, um grito inaudito.
De onde viemos? Para onde nós vamos?
Será que somos um pequeno acaso, que o universo e o tempo ignoraram?
Seigan dizia que somos como borboletas que voam por um dia, e acham que é para sempre.

O que pulsa em mim já foi brilho de estrela,
Mas hoje ele chora sem saber como vê-la.
Somos meras máquinas vivas com delírios de glória,
Escrevendo em um pequeno planeta uma breve memória.

Um oceano de estrelas e nós um grão de areia em um deserto,
Tão longe do fim, tão perto do incerto!
Se o vácuo é vazio, por que é tão sagrado?
Seria o espaço um desperdício sem culpado?
Como olhar a vastidão e não pensar em um criador,
Nos traços do acaso que impõem tal esplendor?
Tão sós no silêncio, tão únicos na luz…
O mistério nos chama, a beleza nos conduz!

Buscamos no céu um vestígio de vida,
A voz de alguém na distância perdida.
Será que o silêncio é o nosso destino,
Ou somos a nota de um plano divino?

O filósofo pergunta: “Por que há o ser?”
Se o nada era mais fácil de se conceber.
Herdeiros de um mapa que o tempo apagou,
Decifrando o código que o vácuo deixou.

Navegamos no escuro de um mar sem fronteira,
Gritando pro vácuo de forma estrangeira.
Platão viu as sombras, mas quem viu a luz?
O peso da dúvida é o que nos conduz!

Viemos do escuro, pro escuro voltamos,
Nesse intervalo curto, por que nos amamos?
Se somos acaso em um vácuo sem fim,
Por que a saudade domina o momento?
Uma faísca de consciência no mar do esquecimento,
Somos o olhar que dá alma ao momento

Um oceano de estrelas e nós um grão de areia em um deserto,
Tão longe do fim, tão perto do incerto!
Se o vácuo é vazio, por que é tão sagrado?
Seria o espaço um desperdício sem culpado?
Como olhar a vastidão e não pensar em um criador,
Nos traços do acaso que impõem tal esplendor?
Tão sós no silêncio, tão únicos na luz…
O mistério nos chama, a beleza nos conduz!

“Diante da vastidão do tempo e da imensidão do universo,
é um imenso prazer para mim
dividir um planeta e uma época com você.”

Autor

Michel
Michel
Apaixonado por astronomia, arqueologia, ciência e os mistérios do mundo. Em uma busca constante por respostas, somente achou mais perguntas. Aqui compartilho o que acho de interessante.