A Ordem caiu, mas a verdade permaneceu entre as chamas. Uma homenagem épica ao último Grão-Mestre e aos cavaleiros sacrificados pela traição de um Rei e o silêncio de um Papa.🔥🏛️
O grito do Mestre ainda ecoa. ⚔️🔥
“O Templo Ainda Espera” é um mergulho visceral nos últimos momentos da Ordem do Templo. Das masmorras frias às chamas da fogueira no Rio Sena, esta música narra a traição do Rei Filipe, o Belo, e o silêncio do Papa Clemente. 🥀🛡️
Destaques desta obra:
A Queda: O peso da calúnia e o fim dos cavaleiros. ⛓️🏰
A Maldição: O chamado épico de Jacques de Molay ao tribunal divino. 🗣️⚖️
O Segredo: A verdade que sobreviveu às cinzas e se tornou lenda. 🕯️📜
“Clemente! Filipe! Intimo-os ao tribunal de Deus!” 🏛️⚡
O Auge 🏰
Os Cavaleiros Templários foram a força mais poderosa da Cristandade. ⚔️ Eles não eram apenas guerreiros de elite; criaram o primeiro sistema bancário do mundo e ficaram mais ricos que muitos reis! 💰💎
A Inveja e a Dívida 👑
O Rei Filipe IV da França estava afundado em dívidas com a Ordem. 📉 Para não pagar e roubar o tesouro deles, ele armou um golpe. Na sexta-feira 13 de outubro de 1307, ele mandou prender todos os templários de uma vez só! ⛓️🚫
A Queda sob Tortura ⛓️
Forçados pelo sofrimento, os cavaleiros confessaram crimes que nunca cometeram. 🗣️❌ O Papa, pressionado pelo rei, dissolveu a Ordem para sempre em 1312. A glória virou cinzas. 🏛️💨
A Maldição Final 💀
Em 1314, o Grão-Mestre Jacques de Molay foi queimado vivo. 🔥 Antes de morrer, ele lançou uma maldição: o Rei e o Papa seriam julgados por Deus em um ano. ⏳ Coincidência ou não… os dois morreram logo depois. ✝️🪦
“Non nobis, Domine…” – A glória não era deles, mas a coragem diante da morte os tornou eternos. 🕊️🌑
Letra:
Dos desertos de Jerusalém ao frio das masmorras,
Onde o aço outrora brilhava, hoje reina a sombra.
Carregamos a cruz no peito, o selo da redenção,
Mas o ouro despertou o monstro da traição.
A capa branca manchada pelo lodo da calúnia,
Somos bodes expiatórios da real fúria.
O galo cantou na madrugada de outubro,
Sete selos rompidos em um mundo sujo.
Correntes pesadas onde antes havia a espada,
A honra de um cavaleiro, por mentiras pisoteada.
Dizem que cuspimos na cruz que defendemos,
Mas é o sangue dos inocentes que agora colhemos.
Levantem-se as chamas, o Templo vai cair!
Sob o peso da farsa, não há para onde fugir!
Julgados por bruxaria, sob o olhar do algoz,
Mas a verdade do Templo grita em nossa voz!
Non nobis, Domine, a glória não é nossa,
Mesmo que a alma na fogueira se decomponha!
Vejam o Rei, cujas dívidas são sua lei,
Vejam o Papa, que silenciou o que eu sei.
Falam de Baphomet, de ritos na escuridão,
Enquanto roubam nossas terras com a palma da mão.
Onde está o Senhor enquanto a carne queima?
Onde está a justiça que a história condena?
Tortura nas sombras, o estalar dos ossos,
Confissões arrancadas em gritos colossais e grossos.
“Sim, eu vi o demônio”, diz o irmão sob o aço,
Para que a dor termine e o espírito encontre espaço.
Mas o olhar de Jacques de Molay não se apaga,
Uma maldição lançada que o tempo não esmaga.
Levantem-se as chamas, o Templo vai cair!
Sob o peso da farsa, não há para onde fugir!
Julgados por bruxaria, sob o olhar do algoz,
Mas a verdade do Templo grita em nossa voz!
Non nobis, Domine, a glória não é nossa,
Mesmo que a alma na fogueira se decomponha!
As estacas se erguem no Sena, ao entardecer,
O povo assiste o que não quer entender.
Os soldados de Cristo, chamados de feiticeiros,
Morrendo em silêncio, os últimos verdadeiros.
O fogo lambe os pés, a fumaça sobe ao céu,
Rasgando das mentiras o maldito véu.
“Clemente! Filipe! Intimo-os ao tribunal de Deus!”
O grito do Mestre ecoa entre os seus.
Um ano não passará sem que a morte os leve,
Pois o sangue do justo na terra não é breve.
A Ordem se apaga na luz da pira ardente,
Mas o segredo vive na mente da gente.
A cruz se tornou cinza…
A glória se tornou lenda…
E no silêncio da noite,
O Templo ainda espera.
Autor

- Apaixonado por astronomia, arqueologia, ciência e os mistérios do mundo. Em uma busca constante por respostas, somente achou mais perguntas. Aqui compartilho o que acho de interessante.
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