A visita do sentinela
Naquela madrugada de 4 de janeiro 2026, o meu refúgio noturno. Eu me vi caminhando por uma cidade de arquitetura estranha, cujas ruas exalavam um ar de mistério e desorientação. Ao meu redor, uma multidão de figuras anônimas e fisionomias peculiares movia-se de forma incessante, como se fôssemos todos engrenagens de um mecanismo incompreensível. Eu me encontrava em um plano elevado, possivelmente o topo de um edifício colossal, onde o limite entr...
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