Você consegue ouvir o sussurro das árvores?
🌳 Nesta música da Ordem Sagrada, mergulhamos no mundo esquecido dos Druidas, os antigos senhores da luz e da sombra.

Sob o manto da névoa e à luz da lua de prata, esta música resgata a força do carvalho e a magia das runas.
Inspirada no folclore celta e no conceito de Awen (inspiração divina), esta obra é um convite para sentir o pulso da terra e a voz dos antigos deuses da natureza. 🕯️🌙

Sinta a energia deste hino:
🔹 A conexão sagrada entre o homem e a floresta.
🔹 Melodias celtas que elevam o espírito e curam a alma.
🔹 O mistério das pedras que falam e das águas que curam.

Letra:

Sob o manto da névoa, onde o tempo parou,
Onde o carvalho antigo suas raízes fincou.
Eles vestem o branco, no silêncio da mata,
Lendo as runas de fogo na luz da lua de prata.

“Is as an talamh a thig muid…” (Nós viemos da terra…)

Não há templos de pedra, só o teto do céu,
A natureza é o corpo, o mistério é o véu.
Sentindo o pulso da terra, ouvindo o trovão,
A erva-moira floresce na palma da mão.

Sangue da terra, sopro do vento,
Eles são o tempo, o eterno momento!
Pelo carvalho, pelo fogo e o altar,
Onde a floresta ruge, eles vão reinar!
Druidas! Senhores da luz e da sombra,
A alma do mundo é quem lhes assombra!

Eles falam com rios, entendem o bicho,
O destino do homem não é mero capricho.
Com a seiva da vida, curam a dor,
Na paz do silêncio, revelam seu valor.

Com um gesto o vento se curva ao cajado,
O fogo caminha no chão orvalhado.
Convocam a fera, o lobo e a serpente,
Pois todo ser vivo é um elo da mente.

As árvores sussurram segredos antigos,
A mata protege e pune inimigos.
Pedras que falam e águas que curam,
No brilho da névoa as lendas perduram.

Sangue da terra, sopro do vento,
Eles são o tempo, o eterno momento!
Pelo carvalho, pelo fogo e o altar,
Onde a floresta ruge, eles vão reinar!
Druidas! Senhores da luz e da sombra,
A alma do mundo é quem lhes assombra!

Pois vivem há eras que o tempo esqueceu,
Antes que o primeiro reinado nasceu.
Sua história se perde no eco da lenda,
Não há quem os conte, não há quem os entenda.

“Sláinte na n-uile.”
(Cura para todos os seres.)

Awen… Awen…
(Inspiração divina)
O espírito flui, o círculo fecha.

Sangue da terra, sopro do vento,
Eles são o tempo, o eterno momento!
Pelo carvalho, pelo fogo e o altar,
Onde a floresta ruge, eles vão reinar!
Druidas! Eternos guardiões do chão,
Das feras e matas, o próprio coração!

“Beannacht…”
(Bênção…)

Autor

Michel
Michel
Apaixonado por astronomia, arqueologia, ciência e os mistérios do mundo. Em uma busca constante por respostas, somente achou mais perguntas. Aqui compartilho o que acho de interessante.