O Eco do Infinito
Era uma vez um viajante que não caminhava com as pernas, mas com o peso de mil eras gravadas no peito. Ele habitava um corpo que parecia pequeno demais, uma estrutura de osso e pele que teimava em tentar conter um oceano. Ele andava pelas ruas e, enquanto os outros viam apenas calçadas e rostos, ele via correntes invisíveis. Ao cruzar com um desconhecido, o viajante não ouvia apenas o "bom dia"; ele sentia o impacto da vibração que emanava daquel...
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